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Seguros SURA realiza série de lives segurança cibernética

Especialistas discutem temas que vem ganhando importância entre pessoas, pequenas e médias empresas, além de grandes organizações


São Paulo, setembro de 2020 – A Seguros SURA vem desenvolvendo diversas ações para capacitar pessoas e empresas para uma jornada segura e sustentável. Entre elas, o SURA Talks, uma nova iniciativa de eventos online, onde é transmitido uma série de lives, para abordar assuntos atuais, de gestão, tendências e iniciativas para ajudar corretores e empresários de qualquer segmento a refletir e se preparar melhor para as mudanças constantes que estamos vivendo, no canal do Youtube da Seguros SURA Brasil. Com um olhar cada vez mais para a segurança, a companhia trouxe para o SURA Talks uma série dividida em dois blocos para abordar a importância da segurança cibernética e a proteção de dados, questões que vem sendo potencializadas durante a pandemia em um cenário que estamos cada vez mais conectados e expostos digitalmente. O primeiro bloco teve como tema “Os desafios da Cyber Segurança em tempos de pandemia” comandada por Thomas Batt, CEO da Seguras SURA Brasil, em bate-papo com os convidados Eduardo Guedes, VP de Tecnologia e Operações da Seguros SURA e Yanis Cardoso Stoyannis, Gerente de Consultoria e Inovação de Cyber Security da EMBRATEL/Claro Brasil. O assunto deu sequência ao segundo bloco com a live “Proteção de Dados: A sua empresa está preparada?”, dessa vez comandada por Guedes com a participação de Yanis e de Leonardo Braga Moura, Sócio da Silveiro Advogados, como convidado. A pandemia do novo coronavírus acelerou a transformação digital nos negócios e trouxe uma série de novos hábitos no mundo corporativo, entre eles o home office. Com as empresas tendo que operar remotamente de casa e as pessoas em um estado emocional atingido pelo medo da pandemia, as organizações criminosas perceberam na vulnerabilidade uma porta de entrada. De acordo com Yanis, os hackers são criativos, estudam o linguajar da vítima, enviam e-mails e criam app’s falsos utilizando imagem do Ministérios da Saúde e da Economia, por exemplo, se aproveitando assim da vulnerabilidade de pessoas que estão com medo à procura de informações. É importante explorar o comportamento humano, ter a conscientização e entender o que acontece no mundo para se precaver. Ainda segundo o executivo, engana-se quem pensa que apenas grandes organizações são alvo de ataques cibernéticos e afirma que as invasões acontecem em qualquer empresa independente do porte ou segmento. “Estima-se que 60% dos ataques são em pequenas e médias empresas, geralmente as empresas menores não possuem cultura de segurança como uma grande organização”. De acordo com Eduardo Guedes, existem no mercado diferentes serviços disponíveis na nuvem que ajudam na blindagem, gestão e monitoramento do ambiente para uma defesa cibernética eficaz. Em caso de ataques bem sucedidos, existem ainda ferramentas que monitoram o ambiente e ajudam a descobrir o que aconteceu e quais dados foram violados. É importante explicar e entender o que houve para planejar uma resposta tanto de proteção tecnológica quanto de proteção física e de relacionamento, pensando em uma comunicação que não gere pânico aos envolvidos. A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados protege as atividades de tratamento de dados pessoais. Os principais pilares que precisam ser tratados na proteção de dados, sob o ponto de vista da LGPD, segundo Yanis, é a confidencialidade das informações, quem realmente pode ter acesso a essas informações; a integridade para garantir que as informações não tenham sido alteradas de forma indevida durante seu ciclo de vida; a disponibilidade para garantir que as informações estarão disponíveis sempre que necessário; e a autenticidade do documento. Para Leonardo Braga, a lei no Brasil se aplica a pequenas, médias e grandes empresas, pessoas jurídicas e físicas. De acordo com o advogado, todas as empresas precisam se adequar à lei, empreender algum tipo de programa interno para entender os princípios da LGPD e melhorar suas práticas de proteção. Caso as empresas não estiverem adaptadas a LGPD a partir da data que a lei entrar em vigor, poderão ser aplicadas sanções e multas pela autoridade nacional, podendo resultar em multas de até R$50 milhões por infração. “A lei traz uma série de obrigações que demandam esforço e investimento, mas há uma perspectiva positiva. Podemos enxergar como uma oportunidade de negócios, de estimular o momento de tecnologia e inovação que vivemos”, diz o advogado. O SURA Talks é resultado da iniciativa Empresas SURA, plataforma de orientação gratuita para aumentar a competitividade das MPMEs. O projeto agora ganha espaço no ambiente digital para abordar as questões mais requisitadas pelos empreendedores, no canal do Youtube da Seguros SURA Brasil.


Fonte: DFREIRE

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