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CEO da Argo Seguros explica como a seguradora superou seis meses de pandemia

26/09/2020

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Com pandemia, motoristas partem para seguro auto sob medida

01/06/2020

 

Seguros personalizados, sob medida, como o Pay Per Use, contratados pela internet, ganham consumidores que desejam pagar apenas o que gastam, evitando desperdício no orçamento familiar

São Paulo - 01 de junho de 2020 - A startup de tecnologia Thinkseg registra aumento de 250% nas vendas do seguro auto Pay Per Use (PPU) em maio, comparado à média mensal do último trimestre de 2019, quando ainda não havia notícias sobre a pandemia. Durante o período de disseminação do vírus e do isolamento social, produtos personalizados, sob medida, contratados pela internet, estão atraindo consumidores que querem pagar preço justo ao que gastam, sem qualquer desperdício no orçamento familiar.

"Percebemos que a maior demanda está vindo de pessoas no momento da renovação do seguro auto tradicional. Elas pesquisam alternativas para caber no bolso. Aí, se identificam com o Pay Per Use. O preço é o grande atrativo do produto diante da proteção ampla oferecida ao motorista. O PPU cobre acidentes, furto e roubo, de acordo com os valores previstos na tabela Fipe", explica o CEO do Grupo Thinkseg, Andre Gregori.

Com a crise causada pelo novo coronavírus, a assinatura mensal básica teve o preço reduzido. A partir de R$ 25,00 para carro básico, o motorista assina uma taxa fixa por mês, acrescida de centavos por cada quilômetro rodado. Para muitos, esse tipo de produto compensa nas ocasiões em que o carro fica a maior parte do tempo na garagem, só usado para situações esporádicas: mercado, farmácia, passeios curtos nos finais de semana.

No Brasil, a contratação do seguro por períodos, chamados intermitentes, como o Pay Per Use, de assinatura mensal, foi oficializada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em agosto passado, com a publicação da Circular 592, de 2019.

Já difundido nos Estados Unidos e na Europa, agora, o seguro Pay Per Use é visto como "bola da vez", inclusive no Brasil. O produto tem sido abordado em "lives" de entidades do setor e também nas pesquisas de consultorias mundiais.

A Pesquisa World Insurance Report 2020, divulgada dia 19 passado, feita pela consultoria internacional Capgemini em 22 países, incluindo Brasil, entre janeiro e fevereiro, já em meio à disseminação do Coronavírus no mundo, mostra que produtos "usage-based" (quando o motorista paga o seguro automóvel por cada km rodado - Pay Per Use), passou de 31%, em 2019, para 51%, em 2020. Já o seguro auto "on demand" (seguro pago por hora de uso) passou de 29% para 31% no mesmo intervalo de tempo, entre 2019 e 2020, aponta a pesquisa.

De acordo com a World Insurance Report 2020, mais de 50%, de um total de 8 mil clientes de seguros, desejam um seguro com base no uso, que oferece personalização e valor ao dinheiro. A pesquisa foi realizada pela Capgemini junto com a Efma - organização global sem fins lucrativos, criada em 1971 por bancos e seguradoras - e ouviu ainda 150 executivos seniores de seguros das principais companhias do setor em 29 mercados que representam as regiões das Américas (América do Norte e América Latina), EMEA (Europa, Oriente Médio e África) e Ásia Pacífico (incluindo o Japão).

Também durante o webinar "Produtos de Seguro pós-Covid-19: adaptação ou revolução?", realizado pela CNseg em 13 de maio, o representante da Federação das Seguradoras de Seguros Gerais (FenSeg), afirmou que o seguro intermitente pode atrair um nicho da população que deseja vir para esse mercado. "Cada seguradora vai fazer sua própria avaliação para lançar ou não seguros intermitentes de forma que não prejudique as carteiras existentes", disse Antônio Trindade.

Dados do setor mostram que o seguro automóvel tradicional - presente entre 30% e 35% da frota segurada no Brasil -, em 2019, ficou estagnado em prêmios (valor pago pelo segurado). Cresceu apenas 0,5% em relação ao volume do ano anterior, de acordo com dados da FenSeg.

De olho na inovação, no início de 2019, a seguradora internacional Generali anunciou a parceria com a insurtech Thinkseg que é pioneira no desenvolvimento do seguro Pay Per Use no Brasil. Em 6 de maio, a Generali também comunicou ao mercado a interrupção da oferta de seguro automóvel tradicional, passando a ter foco apenas no seguro auto Pay Per Use.

O seguro PPU é completo e aceita veículos com valor mínimo de R$ 20 mil e máximo de R$ 300 mil, presentes na tabela Fipe, de acordo com a política de aceitação da plataforma. Os modelos de autos podem ser nacionais e importados, com ou sem blindagem, em todo o território nacional.

Além de cobertura para roubos e furtos, seguindo os preços da Tabela Fipe, o seguro auto Pay Per Use também oferece cobre acidentes de qualquer tamanho. O PPU tem ainda parcerias com cerca de 4 mil oficinas e uma rede para atendimento de serviços de socorro mecânico, guincho, reboque e reparos gerais (vidro, farol, lanterna, retrovisor e para-choque). E o cliente faz tudo pelo aplicativo.

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