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Presidente da APTS comenta a comissão mínima em almoço do CCS-SP

Osmar Bertacini informou que existem negociações entre as entidades representativas da corretagem de seguros para elevar patamar mínimo da comissão.


O presidente da APTS, Osmar Bertacini, compôs a mesa de autoridades em almoço do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), dia 1º de março, no Circolo Italiano. Ao lado do mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari, e da diretoria da Suhai Seguradora, convidada especial do evento, Bertacini se pronunciou após o tema comissão mínima surgir durante a participação da plateia.


Na ocasião, a Suhai Seguradora apresentou o seu inédito seguro alternativo de automóvel (para carros e motos). O produto, que é exclusivo de furto e roubo e que custa 80% menos que o seguro tradicional, é a aposta da seguradora para conquistar os 70% de veículos da frota nacional que não possui seguro. A partir da informação transmitida pelo diretor comercial da Suhai, Robson Tricarico, de que a seguradora oferece comissão entre 10% e 30% sobre o valor da apólice, um corretor da plateia questionou a comissão mínima.


Bertacini, que também ocupa o cargo de 2º secretário do Sincor-SP, aproveitou a deixa para esclarecer que a comissão mínima de corretagem não é exigida pela Susep e, portanto, não é uma obrigação regulatória. “Existe um acordo entre a Fenacor e os sindicatos estaduais de corretores que estabeleceu a comissão mínima em 10%. Porém, também já existem negociações para aumentar esse patamar mínimo para 15%”, disse.


Segundo ele, o sucesso dessa negociação depende da aceitação unanime das seguradoras. “Se alguma não concordar e praticar comissão de 10%, levará vantagem sobre as demais, já que esse valor impacta no preço do seguro”, acrescentou.